Cerca de 250 petroleiros e 1,5 mil terceirizados da Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba, da Petrobras, entraram em greve na última quarta-feira por tempo indeterminado. Eles reivindicam melhores condições de trabalho. Segundo informações do Sindipetro - LP (Sindicato dos petroleiros do litoral paulista), a greve permanece nesta sexta-feira.
"Fizemos uma assembléia agora de manhã e a greve permanece por tempo indeterminado. Os terceirizados também continuam", afirmou o coordenador geral do Sindipetro-LP, Ademir Gomes Parrela. Sobre os motivos da greve Parrela disse: "o principal é a segurança das instalações, equipamentos e trabalhadores dessa planta (Caraguatatuba). Em segundo, o respeito ao bem estar do trabalhador e que a Petrobras faça o pagamento de periculosidade e PLR (Programa de Participação nos Lucros)".
O coordenador também afirmou que as atividades permanecem para cumprir uma liminar da Justiça à Petrobras. "Temos um grupo coordenado que faz a troca de turno diariamente. Mas só colocamos trabalhadores do turno. São cerca de 13 funcionários", disse Parrela.
A assessoria de imprensa da Petrobras afirmou que a empresa ainda não tem um posicionamento sobre o assunto.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Petroleiros da Petrobras fazem greve no litoral de SP
Cerca de 250 petroleiros e 1,5 mil terceirizados da Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba, da Petrobras, entraram em greve na última quarta-feira por tempo indeterminado. Eles reivindicam melhores condições de trabalho. Segundo informações do Sindipetro - LP (Sindicato dos petroleiros do litoral paulista), a greve permanece nesta sexta-feira.
"Fizemos uma assembléia agora de manhã e a greve permanece por tempo indeterminado. Os terceirizados também continuam", afirmou o coordenador geral do Sindipetro-LP, Ademir Gomes Parrela. Sobre os motivos da greve Parrela disse: "o principal é a segurança das instalações, equipamentos e trabalhadores dessa planta (Caraguatatuba). Em segundo, o respeito ao bem estar do trabalhador e que a Petrobras faça o pagamento de periculosidade e PLR (Programa de Participação nos Lucros)".
O coordenador também afirmou que as atividades permanecem para cumprir uma liminar da Justiça à Petrobras. "Temos um grupo coordenado que faz a troca de turno diariamente. Mas só colocamos trabalhadores do turno. São cerca de 13 funcionários", disse Parrela.
A assessoria de imprensa da Petrobras afirmou que a empresa ainda não tem um posicionamento sobre o assunto.
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