Técnicos do governo mapearam informações que foram classificadas como sigilosas e que já deveriam estar disponíveis para o público, mas não estão. Forças Armadas, Polícia Federal (PF) e Agência Brasileira de Inteligência (Abin), de acordo com o levantamento, têm pelo menos 70 pedidos de acesso a documentos cujo sigilo já expirou.
Boa parte dos casos mapeados tiveram o período de sigilo encerrado durante as gestões de Michel Temer (2016-2018) e Jair Bolsonaro (2019-2022).
Os documentos classificados tratam de temas como o programa espacial brasileiro, análises sobre segurança presidencial e sobre ameaças à sociedade e ao Estado. Há também casos de informações sobre atuação de empresas estrangeiras no Brasil e sobre política externa.
Também há uma série de documentos do Comando da Aeronáutica produzidos e tornados restritos entre 2014 e 2016, e que já deveriam ter sido liberados – alguns deles pelo menos desde 2019.
Outras informações, que dizem respeito a suspeitas de corrupção no Poder Judiciário do Rio Grande do Norte, deveriam ter sido publicizadas em 2017.


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