Um novo exame de sangue recém-chegado ao Brasil pode auxiliar no diagnóstico do Alzheimer.
Por utilizar uma tecnologia que identifica pequenas moléculas em amostras de sangue, o procedimento possibilita observar a presença de um importante marcador da doença.
O Alzheimer tem sintomas como perda de memória e dificuldade de fazer atividades cotidianas por estar associado a uma degeneração do sistema nervoso central.
A doença é o tipo de demência com maior prevalência no mundo. No Brasil, ela atinge aproximadamente 1,2 milhão de pessoas e acomete cerca de 11% da população idosa, que é a mais atingida pela condição.
Em relação à mortalidade, o Global Burden of Disease (GBD) de 2019 aponta que o Alzheimer junto com outras demências representam uma taxa de 25 mortes a cada 100 mil habitantes no país.
O diagnóstico é feito principalmente por meio da prática clínica. Desse modo, o médico investiga, diante de sintomas e exames, se uma pessoa realmente está com Alzheimer. Algumas pesquisas, por exemplo, já avançaram para entender as causas da condição de modo a aumentar a precisão do diagnóstico.
Uma das correntes mais consolidadas sobre a origem da condição observa duas proteínas que são consideradas marcadores do Alzheimer --ou seja, substâncias associadas à enfermidade.


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