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quarta-feira, 13 de abril de 2022

Comissão de Educação atua como CPI e vai ouvir envolvidos em denúncias sobre pastores no MEC


Diante da resistência de senadores em assinar o requerimento de instalação de uma CPI para investigar as suspeitas de ilegalidades no Ministério da Educação, parlamentares da oposição transformaram a Comissão de Educação da Casa numa trincheira de batalha contra o governo e de apuração das supostas irregularidades. 

Em aproximadamente um mês, o colegiado já aprovou o convite de pelo menos 21 pessoas, além da convocação do ministro interino do MEC, Victor Godoy, que deverá ser ouvido na primeira semana de maio.

A ideia do presidente da comissão, senador Marcelo Castro (MDB-PI), é reunir todos os elementos colhidos durante depoimentos e por meio de requerimentos de informações e enviá-los às autoridades com poder investigatório, como o Ministério Público e a Polícia Federal, onde já há um inquérito que tem como alvo principal as suspeitas levantadas sobre o MEC.

Até o momento, cinco prefeitos e o presidente do FNDE, Marcelo Ponte, compareceram às sessões da Comissão de Educação. Já Milton Ribeiro não atendeu à solicitação dos parlamentares. As ausências dos convidados, por sua vez, têm servido como argumento para elevar a temperatura pela abertura da CPI.

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