A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) abriu consulta pública para definir reajustes nas bandeiras tarifárias cobradas do consumidor de energia para bancar usinas térmicas.
A proposta reduz o valor da bandeira mais cara, mas eleva o das bandeiras intermediárias.
A expectativa do setor, porém, é que as bandeiras não sejam necessárias até o fim do ano, já que as fortes chuvas de verão ajudaram a recuperar os reservatórios das hidrelétricas. O governo já anunciou para o próximo dia 16 a adoção da bandeira verde, que não tem custo extra.
Até lá, o consumidor continua pagando a bandeira de escassez hídrica, que inclui R$ 14,20 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Essa taxa foi implantada em setembro para cobrir o rombo gerado pelo excesso de geração térmica acionado pelo governo para a travessia da crise hídrica.


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