No dia em que o temido exercício conjunto entre Rússia e Belarus nas fronteiras ao norte da Ucrânia deveria acabar, o governo da ditadura em Minsk anunciou que os 30 mil soldados e equipamentos militares de Vladimir Putin ficarão onde estão,
O anúncio coube ao Ministério da Defesa de Belarus, que citou "inspeções" que continuariam a ser feitas nas tropas mobilizadas por dez dias devido à tensão apontada no Donbass (leste ucraniano).
A região, dominada desde 2014 por separatistas apoiados pelo Kremlin, registrou um domingo de explosões misteriosas e troca de tiros na linha de frente com as forças de Kiev.
Só há duas hipóteses para a manutenção das tropas, movimento de resto negado repetidas vezes pelo Kremlin e pelo ditador belarusso, Aleksandr Lukachenko, que passou a sexta (18) e o sábado em Moscou com Putin e assistiu a uma demonstração de força com mísseis com capacidade nuclear.

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