O governo australiano teve negado o pedido de adiamento da audiência que definirá a deportação ou não do tenista sérvio Novak Djokovic.
O número 1 do mundo está impedido de entrar no país, para a disputa do Aberto da Austrália, por não ter se vacinado contra a Covid-19.
A ideia era prorrogar a definição em dois dias o que aconteceria após o encerramento das inscrições do Grand Slam. O julgamento acontece na manhã desta segunda-feira (10) no horário local.
Na audiência, os advogados de Nole vão tentar provar que está dentro dos requisitos para entrar na Austrália.
Eles alegam que o sérvio teve Covid-19 recentemente e com isso tem anticorpos contra o vírus. O tenista testou positivo em 16 de dezembro e no dia 30 já estava livre dos sintomas há 72 horas.
Djokovic foi barrado na última quarta (5) ao desembarcar em Melbourne, na Austrália, para a disputa do torneio. Sem a imunização, ele teve o visto revogado, mesmo com uma autorização especial da organização do Grand Slam, que o isentava da obrigatoriedade de ter sido vacinado.
O Aberto da Austrália é o primeiro Grand Slam da temporada do circuito mundial e está marcado para começar no dia 17 de janeiro. Djokovic conquistou o torneio nove vezes na carreira e busca o 10º. Além disso, ele está empatado com o suíço Roger Federer e o espanhol Rafael Nadal no número de títulos das quatro principais competições do tênis, todos com 20.

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