O Brasil foi incluído como um dos 25 membros do conselho da aliança mundial de vacinas contra a covid-19, conhecido como ACT.
A primeira reunião ocorre nesta quinta-feira (10) e contará com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.
A meta da iniciativa é acelerar pesquisas em diagnósticos e tratamento, além de coordenar a distribuição mundial de uma vacina.
De acordo com o Uol, porém, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que conta com apenas 10% dos recursos necessários para que o projeto possa funcionar.
A inclusão do Brasil no grupo ocorre pela dimensão de seu mercado e por sua influência, diante de sua população, para determinar preços e volumes da vacina no mundo.
A reportagem narra que a iniciativa, comentam fontes dentro do Itamaraty, mostra os limites da narrativa do governo brasileiro de criticar novos organismos internacionais e questionar o multilateralismo como solução para problemas globais.
Além do Brasil, essa categoria de países incluiria China, África do Sul, Rússia e Índia. Uma segunda categoria envolver apenas países com forte capacidade de doação de recursos, entre eles Canadá, Alemanha, Japão, Noruega e França.
O conselho ainda incluiria grupos regionais, tais como a União Africana, OEA ou a Liga Árabe, além da sociedade civil e entidades internacionais como o Banco Mundial e a OMS.


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