
A questão envolve o possível suborno de Ecclestone a um banqueiro alemão em um negócio no qual o banco BayernLB vendeu sua participação de 48 por cento na holding da Fórmula 1 ao CVC, um fundo de private equity, que tinha o apoio de Ecclestone para ingressar na F1.
Ecclestone, que não pôde ser imediatamente contatado para comentar o assunto na quarta-feira, negou irregularidades.
O caso pode atrasar os planos preliminares para listar a empresa Fórmula 1 na bolsa de Cingapura, no final do ano. Uma tentativa anterior de listagem foi cancelada no ano passado devido à turbulência do mercado.
O empresário da Fórmula 1 continua a ser fundamental para o negócio automibilístico transformado por ele em uma máquina global de circular dinheiro, e é uma figura familiar nas corridas. Ele sempre disse não ter planos de se aposentar e não há nenhum sucessor óbvio.
O caso surgiu após Ecclestone ter feito pagamentos a Gerhard Gribkowsky, ex-diretor de risco do BayernLB, que foi preso no ano passado por sonegação de impostos.

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