O ator Rodrigo Santoro, 35 anos, disse que o sotaque é realmente uma barreira para uma carreira internacional em Hollywood. Ele fez participações nos filmes "A Panteras Detonando" e "300". Na animação "Rio", ainda por estrear, ele pela primeira vez participa somente com a voz de uma produção americana.
Santoro faz a dublagem de Túlio, tanto na versão original quanto em português. A animação é do brasileiro Carlos Saldanha. "Qualquer cidadão de qualquer parte do mundo que tente trabalhar com outra língua terá as mesmas dificuldades. Independentemente de ser brasileiro ou iugoslavo, tem seu sotaque, que o categoriza e o limita. É um obstáculo", disse, assegurando que nunca se empenhou para esconder seu sotaque.
Segundo Santoro, ele só faz preparação especial quando precisa assumir outro sotaque - ele citou o filme "Hemingway & Gellhorn", em que interpreta um professor de origem espanhola.
O ator também disse que acredita que Hollywood está se abrindo mais para atores latinos, mas que interpretar um americano ainda é muito difícil. "Só se você conseguir fazer o sotaque do americano. Ou seja, se enganar os americanos. É preciso ter um domínio extremo da língua e trabalhar muito para neutralizar seu sotaque".
domingo, 20 de março de 2011
Rodrigo Santoro diz que sotaque é um obstáculo em Hollywood
O ator Rodrigo Santoro, 35 anos, disse que o sotaque é realmente uma barreira para uma carreira internacional em Hollywood. Ele fez participações nos filmes "A Panteras Detonando" e "300". Na animação "Rio", ainda por estrear, ele pela primeira vez participa somente com a voz de uma produção americana.
Santoro faz a dublagem de Túlio, tanto na versão original quanto em português. A animação é do brasileiro Carlos Saldanha. "Qualquer cidadão de qualquer parte do mundo que tente trabalhar com outra língua terá as mesmas dificuldades. Independentemente de ser brasileiro ou iugoslavo, tem seu sotaque, que o categoriza e o limita. É um obstáculo", disse, assegurando que nunca se empenhou para esconder seu sotaque.
Segundo Santoro, ele só faz preparação especial quando precisa assumir outro sotaque - ele citou o filme "Hemingway & Gellhorn", em que interpreta um professor de origem espanhola.
O ator também disse que acredita que Hollywood está se abrindo mais para atores latinos, mas que interpretar um americano ainda é muito difícil. "Só se você conseguir fazer o sotaque do americano. Ou seja, se enganar os americanos. É preciso ter um domínio extremo da língua e trabalhar muito para neutralizar seu sotaque".
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