Na disputa pela preferência dos eleitores baianos, os candidatos ao governo da Bahia já arrecadaram R$ 17 milhões em pouco mais de dois meses de campanha, de acordo com a segunda parcial de gastos disponível no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Até o dia 3 de outubro, o montante pode chegar aos R$ 86 milhões, caso os candidatos alcancem o limite de gastos apresentado à Justiça Eleitoral.
O governador Jaques Wagner (PT) é o que alcançou a maior receita até o momento, com R$ 9,6 milhões, enquanto ex-governador Paulo Souto (DEM), segundo colocado nas pesquisas de opinião de voto, é o que mais gastou: R$ 5,2 milhões. Já o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima, que apresentou a expectativa de gastar R$ 30 milhões com campanha, a maior entre os candidatos, arrecadou R$ 220 mil em agosto e fechou a parcial com um saldo negativo de R$ 37,8 mil. O deputado Luiz Bassuma (PV) conseguiu R$ 39 mil em agosto e chega a setembro com R$ 18,6 mil de saldo. As doações de empresas foram as principais responsáveis pela injeção de dinheiro nas campanhas políticas. Responderam por 63% dos recursos. Os dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas de opinião, Wagner e Souto, lideram a preferência do empresariado, com R$ 8,2 milhões e R$ 2,5 milhões, respectivamente.
“Dentro do padrão que a gente imaginava, estamos trabalhando para alcançar a previsão de R$ 26 milhões no primeiro turno”, afirma o coordenador-executivo da campanha petista, César Lisboa. “É normal que a maior parte das doações de todos os candidatos seja de pessoas jurídicas”, acredita Lisboa.
O porta-voz do candidato Paulo Souto, João Paulo Costa, diz que a expectativa interna é de um incremento na arrecadação de recursos agora no mês de setembro. “Estamos trabalhando para alcançar nossa previsão interna”, afirma. Ele não confirma se esta previsão é a mesma apresentada como teto de gastos pelo candidato ao TRE, de R$ 25 milhões. “Isso é uma informação estratégica”, diz. Segundo ele, a divulgação está sendo feita estritamente dentro do que a lei exige.
Até agora, Geddel recebeu R$ 89,4 mil de empresas. A assessoria de imprensa do candidato garantiu que a situação financeira da campanha não preocupa.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Candidatos a governo arrecadam R$ 17 mi
Na disputa pela preferência dos eleitores baianos, os candidatos ao governo da Bahia já arrecadaram R$ 17 milhões em pouco mais de dois meses de campanha, de acordo com a segunda parcial de gastos disponível no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Até o dia 3 de outubro, o montante pode chegar aos R$ 86 milhões, caso os candidatos alcancem o limite de gastos apresentado à Justiça Eleitoral.
O governador Jaques Wagner (PT) é o que alcançou a maior receita até o momento, com R$ 9,6 milhões, enquanto ex-governador Paulo Souto (DEM), segundo colocado nas pesquisas de opinião de voto, é o que mais gastou: R$ 5,2 milhões. Já o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima, que apresentou a expectativa de gastar R$ 30 milhões com campanha, a maior entre os candidatos, arrecadou R$ 220 mil em agosto e fechou a parcial com um saldo negativo de R$ 37,8 mil. O deputado Luiz Bassuma (PV) conseguiu R$ 39 mil em agosto e chega a setembro com R$ 18,6 mil de saldo. As doações de empresas foram as principais responsáveis pela injeção de dinheiro nas campanhas políticas. Responderam por 63% dos recursos. Os dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas de opinião, Wagner e Souto, lideram a preferência do empresariado, com R$ 8,2 milhões e R$ 2,5 milhões, respectivamente.
“Dentro do padrão que a gente imaginava, estamos trabalhando para alcançar a previsão de R$ 26 milhões no primeiro turno”, afirma o coordenador-executivo da campanha petista, César Lisboa. “É normal que a maior parte das doações de todos os candidatos seja de pessoas jurídicas”, acredita Lisboa.
O porta-voz do candidato Paulo Souto, João Paulo Costa, diz que a expectativa interna é de um incremento na arrecadação de recursos agora no mês de setembro. “Estamos trabalhando para alcançar nossa previsão interna”, afirma. Ele não confirma se esta previsão é a mesma apresentada como teto de gastos pelo candidato ao TRE, de R$ 25 milhões. “Isso é uma informação estratégica”, diz. Segundo ele, a divulgação está sendo feita estritamente dentro do que a lei exige.
Até agora, Geddel recebeu R$ 89,4 mil de empresas. A assessoria de imprensa do candidato garantiu que a situação financeira da campanha não preocupa.
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