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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Big Brother Brasileirão

Em um campeonato longo e tão disputado como o Brasileirão, as oscilações das equipes na tabela costumam ser fatais para os técnicos. Se o time apresenta um desempenho abaixo do esperado, todo mundo já sabe quem será o primeiro bode expiatório. E os números da edição 2010 mostram que a dança das cadeiras continuará intensa ao longo do ano. No total, já aconteceram 18 mudanças de comando, sendo 13 demissões. As mais recentes foram conhecidas nesta sexta-feira, com as saídas de Leão e Rogério Lourenço de Goiás e Flamengo, respectivamente. Os recordistas até o momento são Atlético-GO, Ceará e Palmeiras, que foram treinados por quatro diferentes técnicos na competição. No clube goiano, Geninho, Roberto Fernandes e Reinaldo Gueldini (interino) não tiveram sucesso ao tentar tirar a equipe da zona de rebaixamento. A "batata quente" está agora nas mãos de Renê Simões. Os cearenses tiveram início promissor no Brasileiro com PC Gusmão. Mas neste caso, foi o sucesso que pesou negativamente. O Vasco ofereceu proposta mais sedutora e conseguiu levar o técnico. Estevam Soares (demitido), Sérgio Araújo (interino) e Mário Sérgio vieram em seguida tentar manter a equipe entre os primeiros colocados. Antes da chegada de Felipão, o Verdão teve Antônio Carlos, Parraga e Flávio Murtosa treinando os jogadores. Nesse ranking nada positivo, o clube do Palestra Itália tem ao menos a desculpa de que Parraga estava como interino e Flávio Murtosa apenas auxiliava o time antes da chegada do técnico principal, Luiz Felipe Scolari. O já citado Antônio Carlos divide com Gaúcho (ex-Vasco) a frustração de mal ter sentido o gostinho de participar do Brasileirão: foram demitidos logo na segunda rodada.

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