
Além do fim do prazo de carência para pagamento da dívida e do débito de 10% da renda mensal do estudante para quitar o financiamento, no caso da modalidade a juro zero, o governo aumentou a participação das universidades no risco de inadimplência.
Segundo o texto da MP, as universidades que antes contribuíam com cerca de 6,5% para auxiliar na cobertura da inadimplência, agora passarão a contribuir com 13% no primeiro ano. A contribuição pode variar entre 10% e 25% entre o segundo e o quinto ano do curso.
A MP publicada pelo MEC também estabelece que nas modalidades operadas por bancos, esses devem assumir 100% do risco do financiamento.

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