
Bryant assinou a lei mesmo com a oposição de grupos de direitos dos homossexuais e alguns empresários que disseram que isso permite a descriminação. Alguns grupos conservadores e religiosos apoiam a lei.
A intenção da medida seria a proteção dos que acreditam que o casamento deve ser entre um homem e uma mulher, que relações sexuais devem acontecer apenas em tais relacionamentos, e que os sexos masculino e feminino são inalteráveis. A lei permite que igrejas, grupos de caridade religiosos e empresas privadas neguem serviços a pessoas cujo estilo de vida viola suas crenças. Funcionários do governo também podem se recusar, embora a medida diz que o governo ainda tem de fornecer os serviços

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