
Antes de ser senador de 1988 a 1995, Ney Maranhão se elegeu deputado federal por quatro legislaturas e teve o mandato cassado pela ditadura militar, através do Ato Institucional nº 5 (AI-5), em 1968. Era o último parlamentar vivo que participou da sessão extra do Congresso Nacional convocada por ocasião do golpe, em 2 de abril de 1964, que tornou vaga a Presidência da República.
Maranhão era conhecido como "senador boiadeiro", por causa das inseparáveis sandálias de couro, que acompanhavam um terno de linho branco que geralmente usava. Mais recentemente, o ex-senador também trabalhou como assessor especial de Fernando Collor e foi presidente da Câmara de Comércio Brasil/China Mercosul Pacífico.

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