
A pequena cidade de Castelnuovo di Porto abriga os refugiados que chegam à Itália e permanecem em um centro de acolhida até obter os documentos para viver legalmente no país.
Ao lembrar os atentados terroristas em Bruxelas - "um gesto de guerra, de destruição", - Francisco recordou que por trás dos camicazes havia outros interesses. "Atrás daquele de gesto estão os traficantes de armas que querem o sangue, não a paz, que querem a guerra, não a fraternidade".
Para contrastar o terrorismo, Francisco citou a reunião de todos - "de diversas religiões, diversas culturas, filhos do mesmo Pai" - para celebrar a Ceia do Senhor contra "aqueles que compram as armas para destruir a fraternidade". Neste ponto, o Papa recordou as dificuldades enfrentadas pelos refugiados.

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