
No caso do jatinho do jogador, um Phenom 100, fabricado pela Embraer, a responsável pela operação é a mineira Voar (Cooperativa de Usuários de Aeronaves em Regime de Propriedade Compartilhada), que não é parte nesse processo.
Na certidão de propriedade de ônus reais da aeronave usada pelo capitão da seleção,nem ele, suas empresas ou seus pais têm seus nomes registrados. Segundo fontes da Receita Federal, a ausência de menção a eles pode se tratar de uma manobra para sonegação de impostos.
Os donos da empresa paraense foram denunciados pelo MPF-PA, acusados de crimes contra o sistema financeiro nacional e pela sonegação de pelo menos R$ 683 mil em impostos. O caso está no TRF-1. A tese é de que, no caso de Neymar, possa haver uma simulação contratual semelhante com a SFG, para sonegação fiscal.

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