O suspeito de assassinar a namorada na tarde de sábado (29) em Coronel Vivida, no sudoeste do Paraná, e depois tentar se suicidar com um tiro na cabeça, tem histórico de violência doméstica, aponta a polícia.
O corpo da jovem de 22 anos, morta com um tiro na cabeça, foi achado pela mãe dela na garagem da casa de Bortolotto, para onde avisou que iria com a intenção de terminar o relacionamento. A estudante que se formaria em odontologia em janeiro foi sepultada na manhã de domingo (30), no cemitério municipal de Coronel Vivida.
Já o suspeito foi encontrado por policias na gráfica dele também ferido com um tiro na cabeça. Com ele estavam duas armas. O empresário foi socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Coronel Vivida e mais tarde transferido para o Hospital São Lucas, em Pato Branco, onde na manhã desta segunda permanecia internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI).


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