(Foto: AFP)
O petróleo chegou à costa, muito frequentada por surfistas e pescadores, afetando um trecho de 60 quilômetros ao longo do litoral do país.
As condições climáticas e do mar estavam favoráveis, mas a expectativa é que os ventos se intensifiquem e possam obrigar a saída das equipes que estão trabalhando no navio, que já perdeu 88 de seus 1.380 contêineres.
Estima-se que mil trabalhadores, incluindo soldados, especialistas em fauna selvagem e moradores, estavam nas praias retirando petróleo que vazou do navio.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Navio que quase rompeu em dois na Oceania já vazou 300t de óleo tóxico
Equipes de emergência se apressavam nesta sexta-feira (14) para retomar o bombeamento do petróleo do navio cargueiro danificado que quase se rompeu em dois próximo à costa da Nova Zelândia, enquanto empresas envolvidas começaram a avaliar os custos do pior desastre ambiental em décadas no país.
O navio Rena, de bandeira liberiana, está encalhado há nove dias em um recife, a 22 quilômetros de Tauranga, na costa leste da Ilha Norte da Nova Zelândia, vazando cerca de 300 toneladas de óleo pesado tóxico e perdendo alguns de suas centenas de contêineres, que caíram no mar.
Autoridades disseram que o navio de 236 metros de comprimento estava em uma posição precária, e equipes de salvamento estavam se preparando para abrir buracos na popa para chegar aos tanques que armazenam mais de mil toneladas de combustível.
As equipes estão trabalhando para instalar equipamentos e plataformas na parte superior da popa do navio de 47.230 toneladas, que está inclinado em até 25 graus, por isso há uma superfície nivelada para trabalharem.
(Foto: AFP)
O petróleo chegou à costa, muito frequentada por surfistas e pescadores, afetando um trecho de 60 quilômetros ao longo do litoral do país.
As condições climáticas e do mar estavam favoráveis, mas a expectativa é que os ventos se intensifiquem e possam obrigar a saída das equipes que estão trabalhando no navio, que já perdeu 88 de seus 1.380 contêineres.
Estima-se que mil trabalhadores, incluindo soldados, especialistas em fauna selvagem e moradores, estavam nas praias retirando petróleo que vazou do navio.
(Foto: AFP)
O petróleo chegou à costa, muito frequentada por surfistas e pescadores, afetando um trecho de 60 quilômetros ao longo do litoral do país.
As condições climáticas e do mar estavam favoráveis, mas a expectativa é que os ventos se intensifiquem e possam obrigar a saída das equipes que estão trabalhando no navio, que já perdeu 88 de seus 1.380 contêineres.
Estima-se que mil trabalhadores, incluindo soldados, especialistas em fauna selvagem e moradores, estavam nas praias retirando petróleo que vazou do navio.
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