Widner era considerado um dos supremacistas brancos mais famosos dos EUA. Ele pertencia ao grupo Vinlanders.
Agora, ele renega o passado. Byron formou família e pretende educar os filhos com princípios de tolerância, segundo reportagem do "Sun". Com as tatuagens, o americano não conseguia viver em sociedade e arrumar emprego.
Incomodado, Byron entrou em contato com o grupo ativista Southern Poverty Law Center (SPLC), que achou um doador anônimo para custear as cirurgias.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Ex-skinhead passa por 25 cirurgias para remover tatuagens racistas
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