A decisão foi tomada pelo FDA, órgão americano equivalente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (15).
Os medicamentos foram liberados de forma emergencial ainda no começo da pandemia no país, a partir de um pedido de urgência feito pelo presidente Donald Trump.
Já a revogação agora ocorre após o FDA rever estudos internacionais sobre o uso das substâncias.


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