
Escudero foi flagrado no exame antidoping e denunciado no Art. 06 do Regulamento de Controle de Dopagem da Fifa, que indica a presença de substâncias proibidas no organismo do atleta. Neste caso, o uso do medicamento Prelone, que o meia tomou, com aval do departamento médico do clube, para curar uma sinusite. Como o corticóide não atribui ganho esportivo ao atleta, existe a expectativa de absolvição.
Inicialmente, os auditores votaram por um gancho de 60 dias para Escudero, mas ao final do julgamento, quando falava o presidente da sessão, alguns voltaram atrás e modificaram o voto, dando uma pena mais granda ao argentino.
O diretor médico do Vitória, Ivan Carilo Pinto também foi julgado pelo acontecimento, porém no Art. 13, que determina a responsabilidade do médico na dopagem do jogador. Ele pegou 1 ano de pena.

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