Ao todo, 98 extremistas foram alvo de ações penais pelo órgão.
Desta vez, os denunciados devem responder por incitar as Forças Armadas a agir contra os Poderes Constitucionais e por associação criminosa. Cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF) acolher ou não a ação.
A PGR pede, ainda, que os crimes sejam considerados independentes para que as penas sejam somadas.
Os 54 novos alvos foram detidos no acampamento montado em frente ao Quartel-General do Exército (em Brasília), passaram por audiência de custódia e tiveram a prisão preventiva decretada, ficando sob custódia do sistema prisional do Distrito Federal.
Em um documento que acompanha a denúncia, o Ministério Público Federal (MPF) pede que as prisões preventivas relativas a essa nova ação sejam substituídas por medidas cautelares, propondo, assim, que os presos respondam em liberdade.
O órgão sugere a proibição de acesso a redes sociais e contato com outros investigados, além de manter distância de estabelecimentos militares.


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