O grupo técnico de Minas e Energia, da equipe de transição de governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse nessa quinta-feira (8) que o governo atual, de Jair Bolsonaro (PL), deixará uma dívida de R$ 500 bilhões.
O anúncio foi feito durante uma entrevista coletiva do grupo na sede do gabinete de transição, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.
Além de Tomalsquim, também estava presente o ex-ministro Aluizio Mercadante, que é coordenador dos grupos técnicos, o senador Jean Paulo Prates, que atua como coordenador do subgrupo Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Giles Azevedo, coordenador do subgrupo de Mineração, Nelson Hubner, coordenador do subgrupo de Energia, o deputado Carlos Zarattini e Magda Chambriard.
De acordo com o balanço do GT, alguns dos pontos que contribuíram para o impacto fiscal foi o o uso de termoelétricas, escassez hídrica e a privatização da Eletrobras.

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