
A instauração do inquérito foi relevada pelo jornal "O Estado de S. Paulo", que afirma que o maior acréscimo, de 385,6%, foi registrado no lote 2, sob responsabilidade da construtora OAS, investigada também na operação Lava Jato. Com os ascréscimos, o preço total teria subido para R$ 845,4 milhões.
A PF não informa o valor investigado. Diz apenas que recebeu uma notícia de crime envolvendo supostos desvios de verbas em obras do Rodoanel. A investigação é realizada pela Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros (Delefin).
A Dersa diz que já investiga as denúncias recebidas de um ex-funcionário de empresa prestadora de serviço. Segundo a Dersa, o acréscimo que deve ser considerado em relação aos R$ 423,7 milhões previstos inicialmente é de cerca de R$ 170 milhões, que seriam apenas de serviços de terraplanagem. Isso resultaria num valor atualizado de R$ 593,9 milhões, aumento de 40,2%, o que "está dentro dos limites considerados normais para obras de grande porte", segundo a empresa.

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