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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Polícia identifica suspeito pela morte de médium no Lar Frei Luiz



A polícia começou a desvendar o mistério sobre a morte do médium Gilberto Arruda, de 74 anos, assassinado em julho passado, dentro do centro espírita Lar Frei Luiz, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Um suspeito de matar o religioso e roubar uma valise cheia de dinheiro deixando para trás R$ 23 mil foi identificado e já está atrás das grades. Segundo o delegado Daniel Rosa, da Divisão de Homicídios (DH), a especializada investiga, ainda, a participação de pelo menos mais uma pessoa no assassinato.


O suspeito, que não teve a identificação revelada, foi detido no Frei Luiz dois dias após a morte de Gilberto. Ele era funcionário de uma empresa terceirizada e trabalhava na reforma de um prédio do complexo espírita. Condenado a 19 anos de reclusão, por conta de um assassinato ocorrido em 2011, o homem teve um mandado de prisão expedido em seu nome pelo Tribunal de Justiça do Rio, após receber o indulto de Natal e não retornar mais para o presídio onde cumpria pena.

Ouvido pela DH, ele negou envolvimento no assassinato.Após agredir com pancadas a vítima, que dormia no quarto, o homem colocou uma fita adesiva na boca do médium, para evitar que ele gritasse. O corpo de Gilberto foi encontrado no chão, caído de lado e com parte da cabeça envolvida por outro pedaço de fita. O bandido fugiu levando a valise com dinheiro, mas não viu que, no armário do mesmo quarto, havia R$ 23 mil guardados embaixo de algumas roupas.



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