Três meses antes do desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, o policial que o levou para averiguação na sede da UPP da Rocinha, soldado Douglas Roberto Vital Machado, já havia sido acusado de agredir e ameaçar pelo menos dois moradores da favela, forjando provas contra eles.
Luiz Gustavo de Souza Silva e um adolescente de 16 anos, primo de Amarildo, contaram na 15ª DP (Gávea) que foram espancados e sufocados com sacos plásticos ao menos três vezes pelo mesmo grupo que levou o ajudante de pedreiro na noite de 14 de julho. Ambos foram liberados pela Justiça.
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