
Uma das muitas controvérsias sobre o caso é o fato de que as imagens da residência mostrarem pouca presença de sangue. A perícia apontou que o assassino pode ter feito uma limpeza, principalmente no espelho do quarto da tia-avó, Bernardete Oliveira da Silva, de 55 anos, a única que, segundo a apuração preliminar, teria recebido mais de um disparo.
Segundo a polícia, assim que os peritos começaram a fazer os exames foi aplicado uma substância chamada luminol para localizar sangue invisível ao olho humano. Os investigadores procuraram também roupas ou panos que pudessem ser usados por Marcelo para se livrar do sangue.
Uma hipótese é que ele tenha mudado de roupa e a jogado no caminho da escola. Imagens de câmeras de segurança mostram o garoto estacionado e saindo do carro de sua mãe perto do colégio, em que assistiu aula pela manhã e de onde voltou para casa de carona com o pai de um amigo, por volta do meio-dia.
Ao todo, na madrugada dos crimes, foram ouvidos cinco disparos. Testes feitos pela polícia na madrugada desta segunda-feira, 19, confirmaram os depoimentos dos vizinhos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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