Os comerciantes e consumidores da Feira de São Joaquim, em Salvador, vêm sofrendo com o aumento do feijão, que teve o preço dobrado na última semana em algumas regiões da Bahia. A saca do alimento, que era vendida a cerca de R$ 90, está sendo comercializada entre R$ 150 e R$ 180.
De acordo com o feirante Cid Soares, que é proprietário de um mercadinho na Feira de São Joaquim, a tendência é que este valor aumente nos próximos dias. "Há menos de uma semana eu vendia um quilo de feijão por R$ 2 no meu comércio. Hoje, por causa do aumento, vendo por R$ 3,50", afirma. Para o comprador do município de Tucano, no Nordeste baiano, Sidclei dos Santos, as condições climáticas estão prejudicando o plantio do feijão. "Está faltando feijão no interior, pois choveu muito nos últimos dias. Acredito que nas próximos semanas a saca possa chegar ao valor de R$ 220", destaca.
Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Feijão e Legumes (Ibrafe), Marcelo Eduardo Lüders, o preço do quilo do alimento poderia chegar a R$ 15 em algumas partes do país, porém, em Salvador, onde o consumidor paga até três vezes menos, é algo improvável de acontecer.
Lüders afirmou, ainda, que para evitar mais aumentos, o Ibrafe solicitou ao governo que reduza a zero o imposto para importação do feijão e que as redes de supermercado não sobrecarreguem nos preços.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Comerciantes e consumidores reclamam do preço do feijão na Feira de São Joaquim
Os comerciantes e consumidores da Feira de São Joaquim, em Salvador, vêm sofrendo com o aumento do feijão, que teve o preço dobrado na última semana em algumas regiões da Bahia. A saca do alimento, que era vendida a cerca de R$ 90, está sendo comercializada entre R$ 150 e R$ 180.
De acordo com o feirante Cid Soares, que é proprietário de um mercadinho na Feira de São Joaquim, a tendência é que este valor aumente nos próximos dias. "Há menos de uma semana eu vendia um quilo de feijão por R$ 2 no meu comércio. Hoje, por causa do aumento, vendo por R$ 3,50", afirma. Para o comprador do município de Tucano, no Nordeste baiano, Sidclei dos Santos, as condições climáticas estão prejudicando o plantio do feijão. "Está faltando feijão no interior, pois choveu muito nos últimos dias. Acredito que nas próximos semanas a saca possa chegar ao valor de R$ 220", destaca.
Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Feijão e Legumes (Ibrafe), Marcelo Eduardo Lüders, o preço do quilo do alimento poderia chegar a R$ 15 em algumas partes do país, porém, em Salvador, onde o consumidor paga até três vezes menos, é algo improvável de acontecer.
Lüders afirmou, ainda, que para evitar mais aumentos, o Ibrafe solicitou ao governo que reduza a zero o imposto para importação do feijão e que as redes de supermercado não sobrecarreguem nos preços.
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