
Ministro Marcelo Queiroga | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O Ministério da Saúde pode fechar nova compra de preservativos femininos por R$ 15,7 milhões com a Precisa Medicamentos.
A empresa é alvo da CPI da Covid por suspeitas de irregularidades na negociação da vacina indiana Covaxin com o governo Jair Bolsonaro (sem partido).
Se confirmada, será a segunda etapa de um acordo entre a pasta e a empresa feito em 2020 para a entrega de 10 milhões de preservativos. Metade da compra já foi concluída.
A nova aquisição estava encaminhada no ministério, mas travou por causa do avanço das apurações no Senado.
Apesar de parecer favorável da área técnica, a cúpula da Saúde agora avalia se vale a pena o desgaste de fechar novo contrato quando a empresa está sob holofotes, ainda que as suspeitas não atinjam a compra dos preservativos.
A Precisa atrasou a distribuição de todas as parcelas da primeira etapa do acordo com a Saúde, mas a pasta disse, em nota, que as as unidades foram entregues .
A compra foi brecada pela troca de comando no DLOG (Departamento de Logística de Saúde), responsável por assinar contratos do ministério.

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