Por enquanto, o PSDB adota a estratégia de se colocar como independente e com distância crítica do governo Jair Bolsonaro. No entanto, dentro do partido, o sentimento da maioria é pelo rompimento com a gestão.
De acordo com a Coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo, o movimento de afastamento só deve ocorrer após o período de crise da pandemia do coronavírus no país.
O entendimento de uma ala da legenda tucana é que o partido demorou muito de anunciar o posicionamento que se mostrava evidente desde o fim de 2019.
Em recente reunião da Executiva, nomes como Aloysio Nunes e Tasso Jereissati manifestaram concordância com o rompimento do partido com o presidente Bolsonaro. O encontro teve como resultado uma carta de apoio a prefeitos e governadores tucanos que estão na linha de ataque do chefe do Executivo federal.


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