
A franco-portuguesa Rosa-Maria da Cruz, de 50 anos, começa a ser julgada nesta segunda-feira por violência seguida de mutilação ou enfermidade permanente sobre menor de 15 anos, privação de cuidados ou alimentos comprometendo a saúde de uma criança e dissimulação da existência de uma criança. Por esses crimes, ela pode ser condenada a até 20 anos de prisão.
O caso data de 2013 e é descrito como "um espetáculo horripilante", por um dos homens que trabalhavam na oficina mecânica de Terrasson, sudoeste da França, onde uma menina de dois anos foi descoberta em um berço portátil dentro do bagageiro de um Peugeot 307.
Coberta de excrementos, pálida, sem conseguir manter a cabeça em pé e respirando como se estivesse sufocando, a criança foi encontrada porque a mãe, Rosa-Maria da Cruz, parou no local para resolver um problema no carro.

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