
Início e fim empolgantes, mas o resto não cativou. A Seleção teve dificuldade em fazer seus principais jogadores renderem numa escalação surpreendente de Tite, com Gabriel Jesus e Firmino juntos pela primeira vez como titulares. Apesar do domínio técnico, a equipe fez menos do que costuma e deixou a mensagem da necessidade da busca de soluções.
A Argentina sem Messi e outros protagonistas foi apenas uma seleção de lampejos, que recorreu às faltas para compensar o pouco talento. Graças a Miranda, o Brasil é campeão do “Superclásico”, torneio tão artificial quanto a festa com pitadas sul-americanas. Mas valem a estatística e a gozação com os hermanos, sem títulos, grandes, pequenos ou insignificantes, há 25 anos.

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