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terça-feira, 15 de maio de 2018

Ossos achados pela polícia em comunidade não são de Matheusa

Policiais da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), que investiga a execução da estudante de artes da Uerj Matheusa Passarelli, encontraram ontem pela manhã no Morro do Dezoito, em Água Santa, fragmentos de ossos em uma área usada por traficantes para queimar corpos.

Os resíduos foram encaminhados ao Instituto de Pesquisa e Perícias em Genética Forense (IPPGF), que realizou exames para identificar se pertenciam à universitária. Nesta segunda, à noite, a investigação sobre o paradeiro do corpo voltou à estaca zero: exames apontaram que os ossos eram de um animal.



A estudante, registrada como Matheus, mas que se identificava como gênero não-binário (nem masculino, nem feminino), foi vista pela última vez no dia 29 de abril, saindo de uma festa na Rua Cruz e Souza, no bairro do Encantado. Ela estaria transtornada e teria caminhado até o Morro do Dezoito, distante dois quilômetros, falando frases desconexas e sem roupa.

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