Os resíduos foram encaminhados ao Instituto de Pesquisa e Perícias em Genética Forense (IPPGF), que realizou exames para identificar se pertenciam à universitária. Nesta segunda, à noite, a investigação sobre o paradeiro do corpo voltou à estaca zero: exames apontaram que os ossos eram de um animal.

A estudante, registrada como Matheus, mas que se identificava como gênero não-binário (nem masculino, nem feminino), foi vista pela última vez no dia 29 de abril, saindo de uma festa na Rua Cruz e Souza, no bairro do Encantado. Ela estaria transtornada e teria caminhado até o Morro do Dezoito, distante dois quilômetros, falando frases desconexas e sem roupa.

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