A epidemia de dengue e o crescente número de casos de microcefalia, associado à ocorrência do zika vírus, levaram a aumentar a preocupação no combate ao mosquito transmissor dessas doenças, o Aedes aegypti.
Em Salvador, muitas pessoas, sobretudo gestantes, têm recorrido ao uso de repelentes para tentar se proteger das picadas do inseto, conforme recomendação do Ministério da Saúde (MS).
Apesar da recomendação do MS para o uso de repelentes pelas gestantes, especialistas e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertam que nem todo tipo de produto contra os mosquitos pode ser utilizado por mulheres grávidas.
De acordo com orientação da Anvisa, não há impedimento para que grávidas usem repelentes, desde que estejam registrados na própria agência reguladora e que sejam seguidas as instruções do rótulo.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Cresce a procura por repelentes entre gestantes em Salvador
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