
Comandada por Hugh Hefner, a Playboy liderou um movimento ousado de libertação a partir dos anos 1950, mas perdeu relevância após a popularização da internet. Em 1975 a revista tinha circulação na casa dos 5,6 milhões e hoje não passa dos 800 mil.
Em agosto do ano passado, o site da revista parou de publicar nudez e houve duas respostas: a idade média dos leitores passou dos 47 anos para os 30; e o tráfego disparou de 4 milhões aos cerca de 16 milhões.
Agora a edição impressa seguirá passos semelhantes, com fotos provocativas, mas permitidas para menores - como se fosse um Instagram mais picante, segundo define o jornal The New York Times.
As colunas de sexo serão focadas em experiências femininas mais positivistas e a Playboy manterá seu tradicionalismo em jornalismo investigativo, entrevistas com profundidade e ficção, mas com outro tipo de conteúdo imagético.

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