Quando se fala na galáctica Seleção tricampeã do mundo de 1970, lembra-se logo dos medalhões. Os gols e os não gols antológicos de Pelé, os lançamentos milimétricos de Gerson, a inteligência de Tostão, a explosão de Jairzinho, a patada atômica de Rivellino, a liderança de Carlos Alberto Torres... Mas uma personagem, em especial, também deu sua grande contribuição pelo título: o goleiro Félix, chamado carinhosamente de Papel, tal era magro e leve para dar os voos rasantes rumo às pontes salvadoras. E na manhã desta sexta-feira o futebol brasileiro ficou mais triste com a morte do ídolo brasileiro e do Fluminense, aos 74 anos.
Félix sofria de enfisema pulmonar e estava internado no Hospital Vittoria, no Jardim Anália Franco, na Zona Leste, em São Paulo. O ex-goleiro faleceu em decorrência de várias paradas cardiorrespiratórias. Muito abatida, a família ainda não definiu o horário e o local do velório.
Nascido em Caratinga, em Minas Gerais, Félix Miéli Venerando iniciou a carreira no futebol paulista. Defendeu o Nacional AC, da capital paulista, o Juventus e, logo em seguida, a Portuguesa. No entanto, foi no Rio de Janeiro que o goleiro viveu seu auge. Félix defendeu o Fluminense entre 1968 e 1976, quando se aposentou.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Ídolo do Flu e campeão mundial em 1970, ex-goleiro Félix morre em SP
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