Os passaportes adulterados usados por Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto Assis, custaram US$ 6 mil dólares (cerca de R$ 30 mil) cada um, revelam depoimentos de envolvidos no caso obtidos pelo GloboEsporte.com. Por terem usado esses documentos para entrar no Paraguai, no dia 4 de março, é que Ronaldinho e Assis estão presos desde o dia 6.
O pagamento pelos passaportes foi feito em dinheiro vivo pela empresária paraguaia Dalia Lopez, que promoveu a ida de Ronaldinho e seu irmão ao Paraguai, no dia 4 de março.

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