
A droga foi descoberta por policiais militares, que estava em um imóvel, alugado por Victor, na Rua C, no bairro Inocoop.
A Polícia Civil (PC) informou que o engenheiro, que é servidor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), confirmou que mantinha a estufa em parceria com Ricardo. O empresário, que é dono da casa de shows Fornalha, naquela cidade, também admitiu o cultivo da maconha, mas alegou ser apenas para consumo próprio.

De acordo com o delegado Cristóvão Eder Maia de Oliveira, titular da DT/Cruz das Almas, a dupla utilizava técnicas avançadas de cultivo como ambiente climatizado e iluminação de luz avermelhada. Além disso, utilizava substratos, biofertilizantes, gotejadores para irrigação e placas de hidroponia, nas quais as mudas de maconha eram clonadas e reproduzidas.
Ainda segundo a PC, peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) estiveram no local e recolheram amostras da planta para serem submetidas a análise.
Victor e Ricardo foram autuados em flagrante, com base na lei de drogas, pelo cultivo e associação para o cultivo de planta que se constitui em matéria-prima para a preparação de droga.
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