
O crime brutal chocou a comunidade. Em fevereiro, durante uma visita da presidente Dilma Rousseff à região, familiares da criança pediram a intervenção da Polícia Federal no caso.
O colégio disponibilizou um advogado para atender os responsáveis pelos alunos na sede da instituição nesta quinta-feira, 31, para sanar das dúvidas sobre o assunto.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Marceone Ferreira, os investigadores encontraram contradições e mentiras nos depoimentos de algumas testemunhas, que, somados a provas físicas (imagens de câmeras), levaram aos supostos envolvidos. Segundo informações extraoficiais, alguns dos suspeitos seriam funcionários da unidade de ensino onde o crime ocorreu. O pai de Beatriz, Sandro Romilton Ferreira, trabalha como professor de inglês no colégio.
Ainda segundo as conclusões apresentadas pela polícia, há indícios de que houve premeditação do crime. "Descobrimos que pelo menos três chaves que dão acesso a áreas estratégicas para a investigação teriam sumido em novembro do ano passado. As chaves pertenciam a um segurança e dois assistentes de disciplina da escola. Elas davam acesso a três portões que fecham uma triangulação para rota de entrada e de fuga para os suspeitos", destacou o delegado.
Outra informação anunciada pelo perito do Instituto de Criminalística, Gilmario Lima, é de que a vítima não teria sido morta dentro da sala de material esportivo, onde o corpo foi encontrado. De acordo com Lima, o corpo foi colocado por trás de um armário.
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