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sexta-feira, 18 de março de 2016

Dilma diz que Judiciário e polícia não podem ser politizados

Em mais um discurso duro contra o grampo que registrou uma conversa dela com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff buscou a estratégia de desqualificar os atos do Judiciário e da Polícia Federal (PF) ao acusar que as instituições estão agindo de forma politizada contra o seu governo.



Durante a entrega de imóveis do Minha Casa Minha Vida em Feira de Santana (a 109 km de Salvador), nesta sexta-feira, 18, a petista defendeu a bandeira que essas instituições estão fugindo de seu papel.

Sem citar o nome do juiz Sergio Moro, que vazou o áudio da conversa de Dilma com Lula, a presidente manda um recado para o magistrado, afirmando que vai "tomar as medidas cabíveis" e que nos "Estados Unidos quem grampeia o presidente vai preso".

Para justificar seu posicionamento, Dilma frisou que apenas o Supremo Tribunal Federal (STF) pode autorizar um grampo na presidente e que não pode aceitar que isso não seja respeitado, já que seria um retrocesso à ditadura.

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