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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Taxa de desemprego no trimestre encerrado em maio fica em 8,1%, a maior da série histórica

A taxa de desemprego no país foi de 8,1% no trimestre encerrado em maio, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que apresenta dados para todos os estados brasileiros, e foi divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE. A taxa é a maior da série histórica, iniciada em 2012. Em igual período do ano passado, a taxa foi de 7%. Nos três meses terminados em abril, a taxa havia sido de 8%, igualando-se à do primeiro trimestre de 2013, até então a mais alta da série.



Entre março e maio, o rendimento médio real do trabalhador ficou em R$ 1.863. O valor é considerado estável frente ao registrado em igual período do ano passado (R$ 1.870) e na comparação com o trimestre entre dezembro e fevereiro (R$ 1.877). Ainda no trimestre entre março e maio, a massa de rendimento — ou seja, a soma dos valores recebidos pelos trabalhadores — ficou em R$ 166,1 bilhões, também sem apresentar variação estatisticamente significativa frente a outros períodos.

Entre março e maio, o IBGE calculou que há 8,2 milhões de brasileiros desocupados ou seja, pessoas que estão disponíveis para trabalhar, mas não conseguem encontrar vagas. Esse número representa um acréscimo de 1,3 milhão de pessoas sem emprego, na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o grupo somava 68 milhões de pessoas. Percentualmente, o avanço do número de desocupados foi de 18,7%.

Já o número de pessoas ocupadas ficou em 92,1 milhões, sem apresentar variação na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, ou frente ao trimestre entre dezembro e fevereiro.


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