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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Suspeito de atentado na França nega motivos religiosos

O homem que decapitou seu chefe na França na sexta-feira (26) passada negou que seus atos tiveram uma motivação religiosa, informaram fontes ligadas à investigação, o que cria confusão em um ataque que tinha todas as características de um atentado terrorista e jihadista.
Yassin Salhi, de 35 anos, confessou no domingo que decapitou o chefe, Hervé Cornara, de 54 anos, e que pendurou a cabeça em uma cerca da usina de gás que, supostamente, atacou pouco depois.
Salhi, de 35 anos e pai de três filhos, seguiu na sexta-feira em uma caminhonete até a fábrica da empresa americana Air Products. Ele avançou com o veículo contra um hangar, o que provocou uma explosão que não deixou feridos. Os bombeiros foram os responsáveis pela descoberta da cabeça decapitada de Cornara.

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