Quanto mais se avança nas investigações sobre o desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza, visto pela última vez na UPP da Rocinha, mais informações surgem.
A mais recente delas é a de que, em 28 de julho, 14 dias depois do sumiço da vítima, o PM Juliano da Silva Guimarães, lotado na UPP, informou que o tio dele, um motorista da Comlurb, foi obrigado por traficantes a levar um corpo para o lixão do Caju. ]
Segundo o policial, o funcionário foi abordado por bandidos armados que saíram da mata na Rua Dioneia, na Rocinha, e lhe disseram para ir direto para seu destino, sem parar em outro lugar. Era a primeira vez que o motorista trabalhava na favela; antes, ele atuava em outra região.
A Polícia Civil chegou a fazer buscas no Caju, mas foi informada de que o lixo fica poucos dias no lugar, sendo levado para o aterro de Seropédica. O delegado Rivaldo Barbosa, titular da Divisão de Homicídios (DH), que assumiu o caso na quinta-feira, já determinou que uma perícia seja feita no local.
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