A agência britânica de Proteção à Saúde publicou uma sequencia genética antecipada do novo vírus relacionado à síndrome respiratória aguda grave (Sars, na sigla em inglês) segundo a qual a patologia tem ligação com vírus oriundos de morcegos. Cientistas consideram que camelos, ovelhas e cabras também podem ter implicação com a síndrome.
Até agora, as autoridades identificaram apenas dois casos confirmados e avaliam que o coronavírus não é tão infeccioso quanto a Sars, que matou centenas de pessoas, principalmente na Ásia, em um surto global de 2003.
Em Genebra, a porta-voz da Organização Mundial de Saúde (OMS), Glenn Thomas, disse hoje que as informações do momento indicam que o vírus "não é facilmente transmissível de pessoa para pessoa", mas as análises ainda estão em andamento.
Segundo a OMS, é cedo demais para mensurar a ameaça do vírus, visto que não se sabe exatamente como ele é transmitido nem se ele evoluirá para uma forma mais perigosa. Autoridades da saúde global suspeitam que as duas vítimas diagnosticadas, ambas em países do Oriente Médio, podem ter contraído o vírus de animais.
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