A intervenção do Estado no sistema ferry boat, que teve início nesta quinta-feira (20) após afastamento da diretoria da TWB, pode durar até 180 dias. Durante este período, o interventor Bruno Amorim da Cruz, da Agência Estadual de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações (Agerba), deve apresentar um relatório com a análise da situação econômica e financeira da TWB, que administrava o transporte marítimo desde 2006.
Com o fim do contrato da TWB, um contrato emergencial de seis meses deve ser assinado, seguido de uma nova licitação. Estão previstos novos investimentos necessários para a manutenção do serviço com uma nova empresa, mas a tarifa deve ser reajustada em 5,11%. A intervenção iniciada hoje não interrompe o funcionamento do sistema e as travessias aconteceram nos horários previstos.
Os funcionários da empresa, de acordo com o vice-governador e secretário de Infraestrutura, Otto Alencar, não serão prejudicados. "Não vamos permitir que eles sejam prejudicados, ao contrário, essa ação também visa garantir os direitos trabalhistas, que não eram respeitados pela concessionária”, disse o vice-governador, segundo a Secretaria de Comunicação do governo da Bahia.
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